A mudança através da revolta

Casos Verídicosem 1, Setembro 2010

14-136(1)“Estava endividada e tinha tudo penhorado, nem sequer tinha acesso ao meu vencimento. Comecei também a ter problemas na família e na saúde.

Foi assim que cheguei à IURD e o primeiro contato que tive foi através da televisão. Estava a viver a 600 quilómetros daqui, mas, mesmo assim, punha-me no carro e vinha, dormindo no carro com os meus filhos. Quando estava em África, era professora e, depois, com os filhos pequenos comecei a distribuir jornais, mas não dava de maneira nenhuma.

O que me fez permanecer na Igreja foi a revolta, pois, já não aguentava mais e disse que ia conseguir. Mas a culpada era apenas eu, porque não dava um passo de fé. Foi, então, que vim a uma reunião de quinta-feira, onde se falou da família e eu que achava que o meu marido é que tinha a culpa por me ter trazido para Portugal. Na sexta-feira a seguir, comecei a ver que, afinal, as pessoas não tinham culpa e que era eu que tinha de mudar. Hoje, sinto-me realizada, tenho 62 anos e 7 filhos, sou professora e tenho uma loja, no ramo da hotelaria.

Não tenho dívidas e estou bem, graças a Deus! Realizei agora o meu último sonho que era voltar a casar com o meu marido, pois, estávamos divorciados”.

JOAQUINA

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